
Nos últimos dias tive a feliz oportunidade de rever um clássico do cinema estrelado por Charles Chaplin denominado “Luzes da Ribalta”, provavelmente, desconhecido pela geração mais nova. O filme consiste na história em torno de Calvero (Chaplin), um cômico de Vaudeville em decadência que um dia, ao chegar à pensão onde estava instalado, salva a jovem Thereza do suicídio. Em convalescença, esta confessa-lhe ser uma aspirante a bailarina que não consegue encontrar emprego. Calvero ajuda-a a reencontrar o seu amor-próprio, auxiliando-a a tornar-se uma prestigiada bailarina clássica, mas, ciente que o seu amor lhe pode prejudicar a carreira, afasta-se optando por uma vida de mendicidade.
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