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Conselhos profissionais ou reserva de mercado

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O cotidiano profissional nos leva a diferentes e confusos cenários conforme veremos a seguir.

Em um deles somos levados a comprar a ideia de que “somos um grupo”, “o resultado é o que importa” e tantos outros. Ao falarmos de grupo entendemos que os mesmos são compostos por pessoas diferentes (sexo, raça, formação, titulação acadêmica, etc.) focadas em um objetivo maior. Esse grupo certamente terá um líder que “deverá ser escolhido pelos seus pares. Mas pasmem que em pleno século XXI ainda constatamos situações como “se eu não for indicado como líder do grupo não participo” ou ainda pior “você não entende nada desse assunto, como quer liderar o grupo?” Continue lendo…

Ciberespaço – Uma Inovação Tecnológica

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Com estas evoluções tecnológicas, há uma mudança no comportamento humano. Necessidade frequente de acesso na internet com uma busca incessante do novo.

A cada clique e a cada visita em sites, temos algo novo que foi mediado, criado ou desenvolvido. No contexto, o saber social e cultural muda com uma educação contemporânea, inovação com as novas tecnologias levam a outro olhar educacional saindo do tradicional e ganhando amplitude.

O ensinar virtual cria expectativas e desejos, porém, não deve deixar de estimular os alunos. Criar situações diferentes e assíncronas (situações em tempos diferentes, não exigindo participação simultânea) com o aluno. Proporcionando estudo, desenvolvimento e criatividade a qualquer tempo e lugar. Este é o nosso desafio.

Nenhum de nós sabe sobre o futuro e como será o amanhã. As novas tecnologias surgiram e estão participando do desenvolvimento humano direta e indiretamente. Devemos nos conscientizar da criatividade e do desenvolvimento do ensino, fazer diferente para prendermos a atenção dos alunos. Desenvolver aulas, dinâmicas bem preparadas, com características próprias do público que vamos atender. Usar de ferramentas on-line como jogos, blogs e outras ferramentas que nos auxiliam dia a dia. Pensar nos métodos adequados e estruturados do ensinar, usando as ferramentas assíncronas e entender o processo que existe no ciberespaço.

Carlos Cervilieri, professor especialista em Gestão de Negócios, Pós Graduando em Novas Tecnologias do Ensino da Matemática, tutor do curso de Administração do UniSEB Interativo.

Incêndio na Boate Kiss – Santa Maria, RS

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A cidade de Santa Maria, localizada no Estado do Rio Grande do Sul, foi palco de uma grande tragédia que deixou mais de 200 pessoas mortas em razão de um incêndio na madrugada de domingo, 27/01/2013, em uma boate local chamada Kiss.

Acontecimentos desse tipo comovem muito a sociedade, que de certa maneira pede justiça em caso de irregularidade e ilegalidade cometida, e a esta altura vale comentarmos brevemente, mesmo que sem a intenção de esgotar o assunto, como se constituir uma empresa e mantê-la dentro dos padrões legais e de segurança exigidos.

Aquele que se interesse em constituir uma empresa deverá, como seu primeiro passo, escolher a modalidade jurídica de constituição, se empresário ou sociedade, com a presença de dois ou mais sócios.

Definida a modalidade jurídica de constituição, o próximo passo é definir detalhadamente a atividade que a empresa desempenhará, é o seu objeto social, que deve apresentar minuciosamente todas as atividades da empresa sem deixar de lado nenhum detalhe.

Registrado o requerimento empresário ou contrato social na Junta Comercial, seguimos para o cadastro na Receita Federal do Brasil e na Fazenda do Estado, que emitirá o n.º do CNPJ e a inscrição estadual, com todas as atividades devidamente descritas de acordo com os códigos das atividades econômicas – CNAE, classificadas pela Comissão Nacional de Classificação disponibilizada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

De posse do registro da Junta Comercial do ato constitutivo da empresa, CNPJ e a inscrição Estadual, o agora empresário ou sociedade deverá submeter à inscrição municipal, a última fase de regularização.

No pedido de inscrição a prefeitura solicitará ao requerente que apresente uma série de documentos, dentre eles, o habite-se o imóvel, tratamento de acústica, vigilância sanitária e alvará do bombeiro.

O habite-se sinaliza a regularidade da imóvel para o fim a que se destina, se residencial ou comercial. O tratamento de acústica para verificar e padronizar a emissão de ruídos. A vigilância sanitária para constatar se o local para desenvolvimento da atividade se enquadra nos padrões exigidos de higiene, banheiros, cozinhas e etc. Por último o alvará do corpo de bombeiros que dependerá de aprovação mediante um estudo sobre o local e a atividade que se pretende realizar. O imóvel será vistoriado e o corpo de bombeiros apresentará um laudo com as exigências para emissão do alvará, como saída de emergência, localização de extintores, alarmes e dispositivos contra incêndio, e no caso específico da boate de Santa Maria o treinamento de uma brigada de incêndio, que consiste na preparação de funcionários escolhidos pelo proprietário do empreendimento para agirem com segurança e efetividade nas situações de emergência e pânico.

Cumpridas todas as exigências legais, e, expedida a Licença e Alvará de Funcionamento pela prefeitura do município, que a rigor deverá ser renovada todo ano, empresa poderá executar sua atividade tranquilamente.

Vale salientar que qualquer irregularidade apresentada desde a constituição da empresa, como atividade exercida diferente da constante no contrato social, ou falta de licença da prefeitura ou alvará de funcionamento vencido, pode sim resultar na responsabilização administrativa, civil, fiscal e criminal da empresa e dos sócios.

Antes de abrir e colocar o seu estabelecimento em plena atividade é muito importante, senão fundamental e indispensável, consultar um profissional especializado para orientação.

Rodrigo Martineli Reis, Advogado e Auxiliar Pedagógico do Curso de Administração do UniSEB Interativo.

Queremos clientes chatos

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A grande maioria dos empresários odeia e tem aversão aos “clientes chatos”, aqueles que sempre encontram um defeito no produto ou no serviço que a empresa desenvolveu para eles com tanta dedicação. Na verdade, é muito melhor ter um cliente que reclama do que um que não reclama, pois este tipo de cliente, quando encontra algo que o desagrade, deixa de negociar com a empresa e procura um concorrente.


Várias empresas têm implantado programas de qualidade total para melhorar sua performance e tem se esquecido que, resumidamente, qualidade é satisfazer as necessidades dos clientes. Quando um “cliente chato” reclama, está fornecendo uma consultoria gratuita, pois, está apontando algo que não está satisfazendo-o.


Além disto, o “cliente chato”, quando tem sua crítica levada em conta e solucionada, passa a fazer propaganda positiva da empresa para seu círculo de amizades. Quando ele é ignorado, o efeito é contrário, pois ele passará a fazer uma propaganda altamente negativa. Algumas pesquisas apontam que, quando um cliente é bem atendido, ele tende a falar isto para oito pessoas, mas, quando é mal atendido, tende a falar para vinte e duas. Isto comprova o efeito desastroso de se ignorar os “clientes chatos”; portanto, devemos incentivar que eles se expressem. Este é o motivo que faz com que algumas empresas coloquem caixas de coletas de sugestões e reclamações.


Andando outro dia pelo mercado municipal, observei a seguinte frase em uma casa de sucos: “Caso tenha alguma reclamação a fazer, faça a mim. Caso tenha algum elogio, faça aos outros”. Este empresário, ao se preocupar em escutar os “clientes chatos”, com certeza, está no caminho certo.

Murilo Carneiro, consultor e professor, mestre em Administração pela FEA-RP/USP, professor dos cursos de AdministraçãoGestão Financeira e Negócios Imobiliários do UniSEB Interativo.