Nos últimos anos, algumas empresas têm abraçado o Facebook como um canal de marketing essencial para impulsionar o envolvimento e o reconhecimento da marca. A pergunta que se pode fazer é se alguma delas produz conteúdo que cria um engajamento maior no Facebook do que outras.
Hoje, facilmente encontramos pessoas falando em redes sociais, mais fácil ainda é encontrá-las na internet.
Alguns usam como uma ferramenta de trabalho, lapidando um bom perfil e publicando apenas coisas boas. Já outras pessoas, pensam de maneira diferente, e tratam a rede social como uma “brincadeira”, jogos, fotos bizarras, mas todos a usam para compartilhar informações, gostos, idéias, entre usuários que possuem os mesmos estilos e gostos. Assim, logo se fecha um círculo onde é composto apenas por indivíduos que possuem identidades semelhantes.
Depois da “desvalorização” do Orkut, o Google vem com tudo e lança uma nova rede social, o Google Plus (ou Google +). O objetivo? Concorrer com o Facebook. Ninguém disso isso assim, declaradamente, mas todo mundo que está ligado nas notícias da web sabe que o antigo grande astro das redes sociais precisa de um sucessor a altura. E que bata o Facebook, óbvio.
Não se sabe ainda exatamente como vai funcionar, pois o serviço ainda não está aberto ao público em geral -o máximo que você pode fazer é entrar numa lista de espera-, mas pelo vídeo de demonstração já dá para ver do que se trata. É uma rede social com amigos, fotos e grupos (chamados de Círculos).
Além disso, ela é integrada aos serviços do Google. Em todos eles, os usuários poderão interagir com seus amigos. É um conceito audacioso, mas será o suficiente para fazer o Google+ dar certo?
Uma das redes sociais mais “badaladas” da atualidade ganhou, essa semana, sua versão em português. Já na home dá para notar a diferença. Ao invés de Follow your interests, podemos ler Siga o que mais te interessa.
A versão tupiniquim da ferramenta foi “fabricada” em apenas 3 dias, depois de uma força tarefa realizada pela Central de Tradução do Twitter.
É possível acreditar que exista um serviço que cuide da vida póstuma das pessoas na internet? Pois isso já existe.
Alguns sites se oferecem como cofres que guardam senhas, nomes de usuários ou qualquer informação digital e as entregam a pessoas indicadas depois que o cliente partir.
Há aqueles que ainda publicam textos deixados pelos próprios clientes e enviam mensagens de despedida para destinatários pré-selecionados.
Aí vai mais uma dica para quem adora internet, possui perfis em várias redes sociais e volta e meia se vê perdido pois esqueceu algum login ou senha.
São os agregadores de redes sociais. Existem várias plataformas e o usuário pode escolher a que mais lhe atende, já que a maioria é gratuita e, para utilizar, basta fazer um cadastro rápido.
Compartilhar. Essa é a palavra que melhor define o conceito das redes sociais. Nós compartilhamos tudo: fotos, textos, vídeos e muitas vezes, sentimentos.
Ouve-se muito falar sobre o Twitter e sua popularidade entre os usuários de internet. Nós, inclusive, já citamos a rede social aqui no blog. No post de hoje, voltamos ao assunto para mostrar alguns dados interessantes sobre a ferramenta.
Comportamento, tendências, filosofia, internet, sociologia, cotidiano, economia, finanças, educação a distância e mais.
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