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Dica do dia: Há ou A.

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Oi, pessoal! Segue mais uma dica valiosa de português:

Há ou A

Na indicação de espaço de tempo, podemos usar tanto “há” quanto “a”, mas cada um tem seu uso específico.

Usamos “há”, quando se trata de um espaço de tempo que já passou.

Por exemplo: Ele saiu de casa há duas horas.
Meu pai aposentou-se há dez anos.

Nesse caso, podemos substituir “há” por “faz”.

Observe as construções: Ele saiu de casa faz duas horas.
Faz dez anos que meu pai aposentou-se.

Usamos “a” quando se trata de um espaço de tempo que está por vir.

Por exemplo: Ele chegará daqui a duas horas.
Eles voltarão da viagem daqui a um mês.

E agora, um vídeo do programa Entre Nós que reflete sobre a nossa língua portuguesa. Vale muito a pena relembrar e assistir:

Verbos abundantes. Você sabe usar?

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Verbos abundantes são aqueles que apresentam mais de uma forma para determinada flexão. Essas formas, geralmente, ocorrem no particípio, em que, além das formas regulares (em –ado ou –ido), apresentam as formas irregulares, também conhecidas por breves ou curtas.

Alguns verbos abundantes e seus particípios:

Verbo          Regular e Irregular

Aceitar          Aceitado e aceito
Acender       Acendido e aceso
Benzer           Benzido e bento
Concluir       Concluído e concluso
Limpar          Limpado e limpo
Salvar            Salvado e salvo
Omitir           Omitido e omisso
Prender        Prendido e preso
Romper        Rompido e roto

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Acento Grave – Parte II.

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Nossa próxima estação na viagem pelas estradas do acento grave são os casos em que podemos ou não aplicar este acento. Podemos ou não usar o acento grave “antes de nomes próprios femininos”: Ex: Referiu-se à “Estela” ou Referiu-se a “Carla”.  Também nos casos “antes de pronomes possessivos femininos”: Ex: Referiu-se a “tua” irmã ou Referiu-se à “tua” tia. Atenção: nesses e em outros casos semelhantes, as dúvidas também podem ser resolvidas pelas mesmas dicas explicadas na parte I de nosso artigo sobre o acento grave.

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Acento Grave ou Crase? Como e onde usá-lo? – Parte I.

Categorias: Fica a dica, Letras, Língua e Linguagem, Redação e Escrita  |   Commentário(9)

Retomando nossas viagens pela língua portuguesa, seguiremos pelos caminhos de um sinal gráfico bastante polêmico, a começar pela forma como é conhecido popularmente, erroneamente chamado como Crase, este acento é chamado corretamente como acento grave.

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Entretanto, entre tudo, entra todos: o leitor entre a coesão e a coerência.

Categorias: Letras, Língua e Linguagem  |   Commentário(9)

Em nosso último artigo, conversamos sobre o que faz a redação ter qualidade, vimos que um texto sem coesão e coerência gera falta de interesse ao leitor, que o abandona sem mesmo terminar a leitura.

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Você sabia? Os livros mais vendidos de 2011.

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Já sabe qual o próximo livro que você vai ler?
Uma boa dica é escolher um dentre os que estão na lista dos livros mais vendidos de 2011.

No gênero ficção, estão livros já bem conhecidos como “A Cabana”, “Querido John” e “A Última Música”, confira abaixo o ranking.

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Entrando em “acordo”.

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Lá se vão três anos desde que o novo acordo ortográfico foi promulgado no Brasil, mas ainda tem muita gente com dúvidas e querendo entender suas implicações.

É bom adiantar que o acordo ortográfico não é uma reforma da língua portuguesa, nem mesmo se trata de uma reforma gramatical. Na verdade, trata-se de um acordo relacionado apenas com a ortografia, ou seja, atinge somente a forma de se escrever um determinado número de palavras (cerca de 0,45% das palavras no Brasil e 1,6% em Portugal).

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Língua e Linguagem. A epifania em Amor, de Clarice Lispector.

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No conto Amor, de Clarice Lispector, a epifania da personagem Ana é desencadeada pela observação de um cego mascando chiclete, que faz com que ela perceba sua própria cegueira diante da rotina improdutiva de uma mera dona-de-casa, somente dedicada aos filhos e ao marido, sem vida própria. Ao notá-lo “na escuridão”, ainda no bonde em que se encontra, Ana derruba sua cesta com os ovos (símbolos da vida) que acabara de comprar e recolhe-a em seguida, na tentativa de conter aquela evasão que nada mais é que uma metáfora de sua própria vida escorrendo por suas mãos. Em um primeiro momento, ela sente, unicamente, raiva do cego por isso, mas, depois, mescla esse sentimento com piedade, o que a leva a pensar em todas as situações que estão diante de seus olhos e das quais não se dá conta normalmente.

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Língua e linguagem. Oratória – A arte de falar em público.

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“Fale-me para que eu te veja.”, diziam os gregos.

Para os gregos, saber falar adequadamente em público era uma das mais importantes qualidades que um homem poderia demonstrar. Antes restrita a poucos cidadãos de destaque, aos poucos, a capacidade de falar em público passou a ser considerada uma capacidade que podia ser adquirida e desenvolvida através de estudo e treinamento.

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Língua e Linguagem. Um pouco de Análise do Discurso.

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Falar sobre a história da Análise do Discurso (AD) no Brasil exige, antes, um momento de suspensão, que nos leve a desviar o olhar do espaço particular de nossa própria prática e buscar compreender o espaço mais geral da teoria e como ela vem se constituindo e se consolidado entre nós.

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